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Ele arregalou o olho. — Tá maluca? Vai deixar tua mãe sozinha aqui? — E você quer que eu fique tranquila? Ele segurou meus braços com firmeza, mas sem agressividade. — Para de palhaçada. Eu não tô fazendo nada. Eu tô indo trabalhar. Só isso. Olhei pra ele, o peito subindo e descendo rápido, o coração acelerado. — Eu confio em você — falei, finalmente. — Mas eu não confio em nenhuma daquelas vagabundas de saia que tem lá. Ele suspirou, encostou a testa na minha. — Volto rápido. Prometo. Hoje é o jantar. O dia é nosso. Fiquei em silêncio, ainda irritada, ainda com ciúmes, ainda m*l-humorada. — Se eu sentir cheiro de perfume diferente quando você voltar… — avisei. Ele sorriu de canto. — Você me mata. — Sem pensar duas vezes. Ele riu, me deu um beijo demorado, daqueles que tentam

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