Ela me olhou com indignação. — Mas é o nosso filho! — Eu sei. — falei, apertando sua mão. — Mas você tá proibida. Porque se você cair, ele cai junto. E eu não vou perder vocês dois. Agora pega esse telefone, liga pra essa empresa. Como é que é o nome da mulher que atende? Carla? Clara? Cátia? — Kely. — ela respondeu, fungando. — Isso. Liga pra essa tal de Kely. Porque eu quero falar com ela. Helena respirou fundo, enxugou o rosto com as mãos, pegou o celular, desbloqueou e discou. O telefone chamou. Chamou, chamou .. quando eu tava achando que nem essa menina queria atender, do outro lado, uma voz atendeu: — Agência Kely, boa tarde… Helena olhou pra mim, eu fiz um sinal com a mão, pedindo o celular. — Me dá. — falei. — Agora eu resolvo.. Peguei o telefone da mão da Helena, respi

