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1117 Words

Kelly me olhou tipo “amiga, tu tá metida em coisa grande”. Eu me aproximei devagar dele, respirando fundo, tentando acalmar meu próprio peito, porque o clima ainda tava grudado no ar. — Davi… calma. Eu tô aqui… — falei baixinho, colocando a mão no braço dele. — Eu não tô indo embora pra sempre. Só tô indo pra casa trocar de roupa, me acalmar, respirar. Eu volto. Eu só… preciso sair daqui um pouco. Ele levantou os olhos pra mim e eu vi. Vi MESMO. A insegurança. O medo. A tensão. E… um negócio quente escondido ali no meio, que eu não sabia nem como classificar. Kelly reparou. Kelly viu tudo. O olhar dela subia e descia pelo corpo dele, avaliando o Davi como se estivesse vendo um filhote de urso ferido. — Mano… — ela murmurou, olhando pro suor na testa dele. — Tu tá passando m*l? E

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