ISABELA NARRANDO Acordei com a luz entrando de mansinho pelas frestas da cortina… e com um peso quente, firme e completamente encaixado em mim. Demorei uns segundos pra entender onde eu tava. A cama não era minha. O quarto não era meu. O cheiro… era dele. E o braço que tava atravessado na minha cintura, puxando meu corpo contra o peito dele como se eu fosse travesseiro favorito? Também era dele. Davi dormia agarrado em mim. Agarrado MESMO. Perna por cima da minha, o rosto encostado no meu pescoço, a mão espalmada na minha barriga como se fosse dele por direito. A respiração quente batendo atrás da minha orelha, fazendo cócega. Eu fiquei parada alguns instantes, só olhando o teto, tentando não entrar em pânico e ao mesmo tempo… não sorrir feito uma i****a. Porque aquilo era bom. Mu

