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DAVI NARRANDO Dirigi até o restaurante seguindo a localização que o Fábio mandou. Quando cheguei perto, já deu pra ver que era um daqueles lugares de frutos do mar meio chiques, fachada bonita, manobrista, iluminação pensada pra impressionar. Olhei de canto pra Isabela. — É frutos do mar… você vai comer? — Camarão, peixe, essas coisas? — É. — Vou! — ela respondeu na hora, sem frescura. Sorri. Era isso que eu gostava nela. Encostei o carro, entreguei a chave pro manobrista e descemos com calma. A rampa de acesso tava ali, certinha, e entramos juntos. O restaurante era elegante, mas nada que me encantasse demais — eu já tô acostumado com esse tipo de ambiente. Pra mim, luxo sem verdade não impressiona. Avistamos o Fábio e a Kelly sentados mais ao fundo. A Isabela abriu um sorriso lar

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