Não adiantou. O enjoo veio do nada. Forte. Violento. Me curvei sobre o vaso e vomitei. Uma vez. Depois outra. E outra. O corpo inteiro se dobrando, o estômago queimando, o gosto amargo subindo. As pernas tremendo. As mãos suadas. — Ai… — gemi, com a testa encostada no vaso. — Ai, meu Deus… Nem deu tempo de pensar muito. Vomitei de novo. E de novo. Como se tudo que eu tinha engolido naquele dia precisasse sair à força. Ouvi a porta do banheiro abrir rápido. — Isabela? — a voz do Davi veio preocupada. — Amor, o que foi? Ele entrou já se posicionando do meu lado, uma mão nas minhas costas, a outra segurando meu cabelo pra não cair no vaso. O toque dele foi a única coisa que não me deu vontade de chorar mais. — Eu não sei… — falei com a voz fraca, ainda ofegante. — Me deu um enjoo horr

