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595 Words

— O quê? — ele franziu a testa. — Confia. Só fica. Saí correndo pra dentro da casa, peguei dois baldes enormes na lavanderia e voltei pra beira da piscina. Agachei ali, enchi os baldes com a água azul geladinha e virei direto nas pernas dele. A água espirrou pra todo lado. — ISABELA! — Ele quase deu um pulo na cadeira. — Tá DOIDA?! — Tô não, é calor! — falei rindo. — Se você não entra na piscina… eu trago a piscina até você. — Você vai molhar meu celular. — Deus me livre! — tirei da mão dele na mesma hora. — Me dá isso aqui, criatura. Coloquei o celular dele na cadeira ao lado, como se fosse um bebê recém-nascido. Depois voltei e joguei mais água nele, dessa vez no peito, nos braços, nas coxas. Ele reclamava, mas reclamava sorrindo. E aquilo me dava um negócio por dentro… um quent

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