— Ah, Kelly... p***a! — gemi no quarto escuro, apertando meu p*u com mais força. — Aai amor, assim gostoso! Fode meu cuzinho com o dedo assim, enquanto eu sento no teu pau.. Eu revirei os olhos de t***o novamente, igual no vídeo. O vídeo reproduzia os gemidos dos dois, o meu gemido de possessão, o dela de prazer descontrolado. Ela continuava sentando, e eu filmando, a prova de que aquela mulher não era só um caso, mas uma luxúria que me consumia. Eu era dela, e ela era minha, pelo menos naquele motel, naquele vídeo. O p*u estava estourando. Eu precisava sair dali, precisava de alguma distração antes que eu enfiasse o pé na jaca e ligasse pra ela. Eu fechei o vídeo abruptamente, ofegante. Meu corpo doía de tanto t***o contido. Fiquei ali, de braço jogado por cima dos olhos, respirando

