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587 Words

— Então tá, amor… — dei um beijo no topo da cabeça dele, porque na boca ele não deixa. — Me espera. Saí do quarto no meu ritmo elegante, plumas balançando a cada passo, ouvindo ainda as vozes lá dentro. Eles voltando à sessão. Ele voltando pro mau humor dele. Isabela silenciosa como sempre… e bonita demais pro meu gosto. Fui pra cozinha. E o café da manhã ia ser servido como se eu fosse a dona do mundo. A cozinha estava com cheiro de pão recém-assado quando empurrei a porta com delicadeza. A Jurema estava terminando de colocar uma jarra de suco na mesa, que parecia cena de filme: frutas cortadas, ovos quentes, pães variados, geleias, flores frescas, tudo organizado com perfeição. Ela nem percebeu quando entrei. Eu precisei limpar a garganta pra chamar atenção. — Bom dia, Jurema. — sor

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