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1056 Words

KELLY NARRANDO Eu encostei a cabeça no banco do carro por um instante, observando o trânsito passar devagar pela janela, e senti um aperto bom no peito. Um aperto de felicidade mesmo. Daquelas que a gente sente quando vê alguém que ama sendo finalmente tratado do jeito que merece. — Sabe de uma coisa, Fábio… — eu falei, quebrando o silêncio. — Eu tô muito feliz. Ele virou o rosto pra mim rapidamente, curioso. — Feliz por quê? — Por ver a Isabela assim. — sorri sozinha. — Sendo amada em voz alta. Sem medo, sem vergonha, sem precisar se diminuir. Ele assentiu, com aquele olhar sério que ele só fazia quando tava falando de algo importante. — Eu também reparei nisso. Respirei fundo. — Quando eu coloquei a Isabela pra trabalhar na casa do Davi… — comecei — todo mundo falava m*l dele. Q

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