Ele acariciou a mão dela, entrelaçando os dedos: — Mas em momento algum você se abriu comigo, nunca me diz nada sobre isso tudo. — Tentei me abrir como consegui… mas e você, Nayara? Teimosa! Ela ficou emotiva, olhando nos olhos dele: — Acho que eu só quero ter uma família. E, se você não conseguir do meu jeito, tudo bem. — Eu nem achava que ia voltar a gostar de alguém de novo, então já temos muito… de nós. — Esse bebê é seu, eu nunca estive com outro homem. Jamais conseguiria. Ele ficou sorrindo, levou a mão a barriga dela e colocou um papel dobrado nas mãos dela. — Eu só tive, medo. De achar, que seria feliz e perder tudo, de novo. Me perdoe, por favor. Eu errei, muito. — Também não quero me afastar de vocês dois. Se eu sair dessa, vou mudar, eu prometo. A enfermeira se apr

