Ele se levantou frustrado. — Não quero ter razão, quero ter paz. — É só isso que vai me falar? Achei, que íamos sentar e conversar. Ela foi indo para o banheiro. — Eu estou tirando a sua paz? É isso? Ele foi atrás, encostou no batente da porta. — Não, Nayere! Só que você me julga como o vilão que abandonou a Mireya. — Não sou nada parecido com a minha mãe e, pra ser sincero, eu abriria mão sim da Mireya e até de um filho meu, pelo bem dele. — Eu fui largado pra trás, levava surras, enquanto minha mãe estava rodeada de conforto. — E você me comparou a ela, é totalmente diferente. Isso me magoa, muito. Ela estava escovando os dentes e foi para o quarto. — Pode até ser diferente, mas no dia em que você realmente quiser ou aceitar de coração, um filho, vai perceber que nunca vai co

