Ele continuou falando que não deveria ter falado do que não sabia e que o presente era pra ela. Nayere se aproximou, abriu o portão furiosa. — Não quero nada de você. Tomou os embrulhos das mãos dele, e ia fechar o portão. Ele segurou, impedindo-a de fechar. — Nayere, se acalme, por favor. Sei que não tem marido, namorado. Posso entrar e conversar, melhor? Ela ficou encarando séria, deu espaço. Ele foi entrando, ela colocou os embrulhos no sofá da sala. Ele entrou reparando em tudo. — Linda mesa. Eu não sei como falar disso. Mas quero dizer que respeito sua história, sua dor. Ainda que não concorde com tantas mentiras. Não fazia ideia do que estava acontecendo, agora sei que você não está bem, mentalmente. Ela pegou um embrulho. — Então, decidiu me presentear? Deve me achar comple

