Ele deu um selinho, parou de tocá-la intimamente. Ela o olhou apreensiva.
— Não pare. Eu estou gostando.
Ele foi deitar a deixando nua arreganhada no meio da cama, ela se aproximou virada de lado para ele
— Está decepcionado, né?
— Não foi uma boa ideia. Você tinha razão.
Ele sorriu pensativo, a acariciando nas costas.
— Não estou, eu entendo.
— Eu acho que você não quer nada disso, não sei quais foram os seus motivos reais. Para tentar.
Ela se enrolou no lençol, foi levantando sem jeito.
— A gente ainda, não terminou. Espera aí.
Ela apagou as luzes, se aproximou sentando na beirada da cama.
— Vou ficar mais à vontade. Assim.
— Não quero que me olhe, não gosto das minhas tatuagens.
Ela tirou o lençol, voltou para a cama, beijando as pernas dele, começou o mastturbar, o surpreendeu ao colocar seu pa.u na boca, começou lambendo com movimentos circulares, sugou a cabecinha, começou chupar com movimentos intensos de vai e vem, intercalando lambidas, o deixando impaciente sem saber qual seria o próximo passo.
Ele levou a mão, para acariciar.
— Quero te tocar! Te deixar molhada.
Sutilmente começou fazer carinho onde alcançava, ficou mexendo no cabelo dela, rapidamente a interrompeu, afastando.
— Para, para, tira a boca ou eu vou gozzar nela.
A sentiu se aproximando, subindo em cima, acariciou as pernas dela, subiu para o quadril, ela estava tentando o colocar dentro de si, mesmo muito molhada, estava com dificuldade, ele a conduziu puxando pelas costas, para se aproximar.
— Vai no seu tempo linda. Tem camisinha?
Ela disse que não, e que usava o Diu, o beijou lentamente, estava desconfortável sentindo suas mãos passando pelas costas, ele estava a acariciando afetuoso, começou masturbar, espalhando toda a lubrificação, ela estava impaciente, excittada, reagindo às investidas dos dedos dele, ele tentou penettrar calmamente, a beijando muito, se deslizou para dentro, a sentindo muito apertada e quente, ela quem parou de beijar, encostou a cabeça em seu peito, alguns instantes, ele a segurou pela cintura, fazendo-o se sentir cada vez mais dentro de si.
— Tudo bem? Está doendo?
Ela sussurrou o sentindo se mover lentamente, descendo e subindo sutilmente.
— Sim! Um pouco.
Ele parou de se mover, acariciando o cabelo e rosto dela.
— Quer parar?
Ela o beijou sutilmente.
— Não! Só vamos devagar.
Se levantou colocando as mãos em seu peito, começou se mover lentamente cavalgando, foi sentindo o quanto aguentava, tomou o controle da situação e foi gostando cada vez mais, ele se manteve carinhoso o tempo todo, a puxou para beijar.
— Já está à vontade o suficiente? Vai me fazer go.zar. Se continuar assim.
Ela começou a rir, nervosa mas disfarçando.
— Estou o suficiente. Quero que fique por cima, mas devagar.
Ele inverteu a posição em segundos, sem sair de dentro, ficou por cima, puxando as pernas dela para se envolver em seu corpo, a beijou com muita vontade, com o p au dentro dela, pulsando.
— Geme pra mim, eu quero ter certeza, que está gostando.
Ela disse que estava, ele se ajoelhou, foi levantando as pernas dela, começou me.ter lentamente só a cabecinha.
— Ahhh está difícil segurar. Essa sua bu ceta é uma delícia.
— Está bom assim? Não quero estragar a nossa noite.
Ela sorriu realmente gostando.
— Pode colocar mais, só vai devagar.
Ela estava gostando muito, disse que sim segurando a mão dele, ele começou mastturbar enquanto a penettrava sem pressa, a fez ter um orgasmo intenso, se aproximou para beijar enfiado no meio de suas pernas.
— Eu não estou aguentando segurar mais.
Começou metter um pouco mais rápido, a prendendo embaixo de si, dando beijos. Ela estava o apertando com as unhas, falou gem.endo.
— Me enche com seu leitinho, go.za gostoso pra mim.
Ele a beijou ardentemente até alcançar o êxtase, a enchendo de po.rra, continuou beijando alguns instantes depois, a olhou nos olhos, satisfeito.
— Tudo bem linda?
Ofegante ela disse que sim. Só conseguia pensar na possibilidade de engravidar, e ter um doador de esperma, que fosse lindo, inteligente e que nunca, fosse descobrir sobre os planos dela.
Ele foi levantando, acendeu a luz e saiu exibindo o corpo sarado e forte.
— Vamos esticar a viagem, tem alguns lugares que eu gostaria de conhecer.
— Um dia a mais não irá fazer diferença.
Ela esperou o máximo possível, deitada imóvel, contraindo a i********e como se segurasse o xixi, respondeu a distância.
— Ahhh eu não sei.
Ele entrou no chuveiro, ela estava ouvindo ele tomar banho, levantou disfarçando, se esforçando muito, para segurar as belas sementinhas dentro de si.
— Me espera aí, estou indo.
Foi para o banheiro enrolada em uma toalha.
— Não quero deixar, de ser demitida, ok? Isso, não tem nada a ver.
Entrou no chuveiro, ele foi a puxando para perto pela cintura.
— Ok, sem problemas.
— Mas desde que me visite, de novo. Para tra.nsar.
Ela começou rir.
— Vou fazer hora extra, na sua cama? Ou jornada, CLT sem remuneração?
Ele estava acariciando o cabelo dela embaixo da água.
— Eu adoraria.
Ela disse que só queria cumprir o resto do aviso prévio em paz, ele respondeu apertando os se.ios dela.
— Pode ficar tranquila. Já fiz esse tipo de coisas, mais vezes do que pode imaginar.
— Pelo menos dessa vez, a minha secretária é livre, solteira, viagens são o melhor lugar para um sexo casual, go.zar ajuda a gente dormir melhor.
— Se você, não quiser repetir, eu entenderei.
Ela ficou curiosa.
— Ainda, não sei.
— Costuma sair sempre com mulheres comprometidas?
Ele começou tomar banho rindo.
— Às vezes, acontece. De vez em sempre.
— Você realmente não ficou com ninguém, desde que tudo aconteceu?
Ela estava pensativa se cobrindo com os braços.
— Não. Nunca tive coragem, até hoje.
Ele começou lavar os braços dela, seiios, a enchendo de espuma.
— Ninguém vai saber de nada, quando formos embora daqui, isso fica.
— Mais um motivo para esticarmos a estadia. Mas vou deixar nas suas mãos.
— Minha linda secretária sabe o que faz, principalmente com essa boca deliciosa.