Capítulo 20

1027 Words
Ele deu um selinho, parou de tocá-la intimamente. Ela o olhou apreensiva. — Não pare. Eu estou gostando. Ele foi deitar a deixando nua arreganhada no meio da cama, ela se aproximou virada de lado para ele — Está decepcionado, né? — Não foi uma boa ideia. Você tinha razão. Ele sorriu pensativo, a acariciando nas costas. — Não estou, eu entendo. — Eu acho que você não quer nada disso, não sei quais foram os seus motivos reais. Para tentar. Ela se enrolou no lençol, foi levantando sem jeito. — A gente ainda, não terminou. Espera aí. Ela apagou as luzes, se aproximou sentando na beirada da cama. — Vou ficar mais à vontade. Assim. — Não quero que me olhe, não gosto das minhas tatuagens. Ela tirou o lençol, voltou para a cama, beijando as pernas dele, começou o mastturbar, o surpreendeu ao colocar seu pa.u na boca, começou lambendo com movimentos circulares, sugou a cabecinha, começou chupar com movimentos intensos de vai e vem, intercalando lambidas, o deixando impaciente sem saber qual seria o próximo passo. Ele levou a mão, para acariciar. — Quero te tocar! Te deixar molhada. Sutilmente começou fazer carinho onde alcançava, ficou mexendo no cabelo dela, rapidamente a interrompeu, afastando. — Para, para, tira a boca ou eu vou gozzar nela. A sentiu se aproximando, subindo em cima, acariciou as pernas dela, subiu para o quadril, ela estava tentando o colocar dentro de si, mesmo muito molhada, estava com dificuldade, ele a conduziu puxando pelas costas, para se aproximar. — Vai no seu tempo linda. Tem camisinha? Ela disse que não, e que usava o Diu, o beijou lentamente, estava desconfortável sentindo suas mãos passando pelas costas, ele estava a acariciando afetuoso, começou masturbar, espalhando toda a lubrificação, ela estava impaciente, excittada, reagindo às investidas dos dedos dele, ele tentou penettrar calmamente, a beijando muito, se deslizou para dentro, a sentindo muito apertada e quente, ela quem parou de beijar, encostou a cabeça em seu peito, alguns instantes, ele a segurou pela cintura, fazendo-o se sentir cada vez mais dentro de si. — Tudo bem? Está doendo? Ela sussurrou o sentindo se mover lentamente, descendo e subindo sutilmente. — Sim! Um pouco. Ele parou de se mover, acariciando o cabelo e rosto dela. — Quer parar? Ela o beijou sutilmente. — Não! Só vamos devagar. Se levantou colocando as mãos em seu peito, começou se mover lentamente cavalgando, foi sentindo o quanto aguentava, tomou o controle da situação e foi gostando cada vez mais, ele se manteve carinhoso o tempo todo, a puxou para beijar. — Já está à vontade o suficiente? Vai me fazer go.zar. Se continuar assim. Ela começou a rir, nervosa mas disfarçando. — Estou o suficiente. Quero que fique por cima, mas devagar. Ele inverteu a posição em segundos, sem sair de dentro, ficou por cima, puxando as pernas dela para se envolver em seu corpo, a beijou com muita vontade, com o p au dentro dela, pulsando. — Geme pra mim, eu quero ter certeza, que está gostando. Ela disse que estava, ele se ajoelhou, foi levantando as pernas dela, começou me.ter lentamente só a cabecinha. — Ahhh está difícil segurar. Essa sua bu ceta é uma delícia. — Está bom assim? Não quero estragar a nossa noite. Ela sorriu realmente gostando. — Pode colocar mais, só vai devagar. Ela estava gostando muito, disse que sim segurando a mão dele, ele começou mastturbar enquanto a penettrava sem pressa, a fez ter um orgasmo intenso, se aproximou para beijar enfiado no meio de suas pernas. — Eu não estou aguentando segurar mais. Começou metter um pouco mais rápido, a prendendo embaixo de si, dando beijos. Ela estava o apertando com as unhas, falou gem.endo. — Me enche com seu leitinho, go.za gostoso pra mim. Ele a beijou ardentemente até alcançar o êxtase, a enchendo de po.rra, continuou beijando alguns instantes depois, a olhou nos olhos, satisfeito. — Tudo bem linda? Ofegante ela disse que sim. Só conseguia pensar na possibilidade de engravidar, e ter um doador de esperma, que fosse lindo, inteligente e que nunca, fosse descobrir sobre os planos dela. Ele foi levantando, acendeu a luz e saiu exibindo o corpo sarado e forte. — Vamos esticar a viagem, tem alguns lugares que eu gostaria de conhecer. — Um dia a mais não irá fazer diferença. Ela esperou o máximo possível, deitada imóvel, contraindo a i********e como se segurasse o xixi, respondeu a distância. — Ahhh eu não sei. Ele entrou no chuveiro, ela estava ouvindo ele tomar banho, levantou disfarçando, se esforçando muito, para segurar as belas sementinhas dentro de si. — Me espera aí, estou indo. Foi para o banheiro enrolada em uma toalha. — Não quero deixar, de ser demitida, ok? Isso, não tem nada a ver. Entrou no chuveiro, ele foi a puxando para perto pela cintura. — Ok, sem problemas. — Mas desde que me visite, de novo. Para tra.nsar. Ela começou rir. — Vou fazer hora extra, na sua cama? Ou jornada, CLT sem remuneração? Ele estava acariciando o cabelo dela embaixo da água. — Eu adoraria. Ela disse que só queria cumprir o resto do aviso prévio em paz, ele respondeu apertando os se.ios dela. — Pode ficar tranquila. Já fiz esse tipo de coisas, mais vezes do que pode imaginar. — Pelo menos dessa vez, a minha secretária é livre, solteira, viagens são o melhor lugar para um sexo casual, go.zar ajuda a gente dormir melhor. — Se você, não quiser repetir, eu entenderei. Ela ficou curiosa. — Ainda, não sei. — Costuma sair sempre com mulheres comprometidas? Ele começou tomar banho rindo. — Às vezes, acontece. De vez em sempre. — Você realmente não ficou com ninguém, desde que tudo aconteceu? Ela estava pensativa se cobrindo com os braços. — Não. Nunca tive coragem, até hoje. Ele começou lavar os braços dela, seiios, a enchendo de espuma. — Ninguém vai saber de nada, quando formos embora daqui, isso fica. — Mais um motivo para esticarmos a estadia. Mas vou deixar nas suas mãos. — Minha linda secretária sabe o que faz, principalmente com essa boca deliciosa.
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