Capítulo 233

1691 Words

Adriana narrando Eu tô com um ódio da cara do Feijão que não cabe no meu peito. Um ódio que me faz sentir a mão formigar, coçando pra bater nele com a primeira coisa que aparecer pela frente — seja um chinelo, uma garrafa, ou até uma colher de p*u. Juro por Deus que se ele brotar na minha frente agora, eu quebro ele na colher de p*u, sem dó nem piedade. Porque isso que ele fez comigo não tem perdão fácil, não. Uma coisa é reunião das empresas. Aí, sim, tá certo. Até eu entendo, faz parte do império dele, de algo que ele esteve por fora por tantos anos, e agora tá se reintegrando. Mas agora… ir pra um jantar? Fora do combinado? E ainda ter um monte de vagabunda pendurada na mesa? Ele só pode tá tirando com a minha cara, achando que eu sou otária, que eu sou alguma p**a de beco pra aceit

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