Peguei minha arma, minhas paradas, larguei o quarto todo bagunçado daquele jeito. Não ia arrumar p***a nenhuma. Cheio de frufru tenho jeito com esses bagulho não. Sai da casa dela bolado, entrei no carro, e antes de subir o morro até a casa do Urso, passei na frente da pensão. Eu sabia que ela estaria ali. Mulher doida po, me apagou com um chá ou com uma sentada, ainda tô tentando descobrir. Que me usou a noite inteira, e no dia seguinte sumiu como se nada tivesse acontecido. Quem ela acha que é? Me dá um chá, me bota pra dormir, me fode de todos os jeitos, e simplesmente desaparece? Sem bilhete, sem mensagem, sem um “bom dia”. Me deixa ali jogado, peladão, com a alma arrancada e o p*u murcho? Duvido. Dela sair assim, impune. Duvido mesmo. Ela vai me ver. E vai entender que comigo o j

