— Sempre contigo, novinha. — murmurei, enquanto cortava a entrada da minha favela. Subi tranquilo, como se estivesse só levando uma mulher pra minha cama. Os moleques me cumprimentaram, viram a Jéssica no carro e fingiram que não viram. Sabiam que não era bom se meter. Estacionei perto da boca, como sempre fazia, e desci primeiro. Fui abrir a porta do lado dela, e ela já vinha rindo, ajeitando o vestido curto e me olhando como se eu fosse a p***a do príncipe do crime. — Aqui tu tá segura — falei, pegando a mão dela e guiando até a entrada da boca. — Agora é só esperar o momento certo — ela respondeu. — A hora de atacar. Ela ainda não sabia… Que o momento certo já era aquele. E que o ataque… tava vindo dela, mas ia voltar em dobro. Porque a guerra dela contra o Urso… agora era a min

