Ele fechou os olhos com força, soltando um gemido baixo, contido, desesperado. Eu me afastei, provocante, sentando ao lado dele e ajeitando o vestido no corpo com elegância. O celular dele continuava vibrando e ele nem se mexia. Só me olhava. Rendido. E eu gostava disso. Do poder, da tensão, da troca. — Se continuar me olhando assim, vai me fazer subir de novo em cima de você. — eu falei e ele riu, sentando devagar. — não tá aqui em cima por que não quer — ele respondeu rouco. — Eu sei. — rebati com um sorriso torto. A tensão entre a gente ainda era densa, quente, viva. O celular dele ainda não parava de tocar e ele puxa irritado de dentro do bolso e eu vejo o nome “Rebeca” Sabia que era p*****a, sabia, aí que ranço. Ele bloqueou a tela rápido e me olhou incomodado — vamos pr

