Capítulo 157

1053 Words

Jonathan narrando - continuação Mas eu sei que agora, mais do que nunca… eu não tô sozinho. E isso, por mais confuso que seja, já é um recomeço. A Luana apertou minha mão com força. Aquele aperto que não era só físico, era alma com alma. Era como se ela dissesse sem palavras: “tô aqui, tô com você, não solto a tua mão nem fodendo.” E isso me deu uma firmeza que eu nem sabia que precisava. Me segurou no lugar, me manteve inteiro. Porque por dentro, eu tava estraçalhado. O Feijão tava ali, na minha frente, e por mais que o impacto da verdade ainda martelasse na minha cabeça, cada palavra que ele soltava entrava fundo, como se abrisse novas feridas e, ao mesmo tempo, tentasse costurá-las. — Eu queria muito ter sido presente na tua vida, moleque — ele falou com a voz embargada, os olhos

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