Jn narrando Acordei com a luz suave entrando pela fresta da cortina e atravessando o quarto, deixando tudo com aquele tom de paz que só se encontra depois de uma noite intensa e verdadeira. Meu corpo ainda parecia anestesiado. A cabeça pesada, o estômago meio embrulhado e os músculos cansados. Mas a alma… a alma tava leve pra c*****o. Tranquila. Completamente em paz. Eu tinha bebido pra c*****o, sim. Curti como se fosse o último aniversário da minha vida. Mas, ao contrário do que muita gente pensa, eu não sou desses que apaga, que esquece o que fez, que perde o controle das palavras ou das atitudes. Tudo o que eu falei ontem, tudo o que eu fiz, cada gesto, cada declaração, cada beijo na barriga da Luana… tudo foi consciente. Tudo foi sentido. Tudo foi de verdade. Virei pro lado e vi e

