Capítulo 68

2365 Words

Jonathan narrando Essa mulher tira a minha sanidade. E que saudade eu estava disso. Ela não disse nada. Só passou a língua devagar pelos lábios e se inclinou, me tocando com os dedos primeiro, explorando, provocando. Eu arqueei levemente o corpo, instintivamente, respondendo ao toque. E então, sem nenhuma pressa, com aquela boca quente e macia que sempre me fez enlouquecer, ela começou a me chupar. Devagar no início, sugando só a cabeça, olhando pra mim com aqueles olhos cheios de malícia, fazendo questão de me ver perder o controle. Depois foi tomando tudo, se aprofundando com mais intensidade, como se quisesse me castigar e me premiar ao mesmo tempo. A língua dela deslizava como se já conhecesse cada veia, cada pulsar. E conhecia. Conhecia bem demais. Eu gemia baixo, com os dentes t

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