Jonathan narrando O plantão da noite caiu na minha conta. Eu já sabia que ia ser puxado, a movimentação na frente da boca tava daquele jeito. Aquele pagode improvisado rolando, os moleque fazendo batuque em caixa de isopor, outros batendo palma, cerveja na mão, risada alta, a quebrada viva, como sempre. Eu circulava entre eles, fumando meu baseado, olhando geral de canto, marcando quem entrava e quem saía. Cada gargalhada, cada cochicho, cada passo em falso, eu tava vendo. Não era noite de dar mole. O assunto, como sempre, descambou pras p*****a. Era um falando da novinha que comeu no baile, outro se gabando que comeu duas no mesmo dia. Aquela ladainha de sempre, que a gente escuta mais pra marcar presença do que por interesse mesmo. E as drogas sendo vendidas no mesmo ritmo, do jeit

