Johanna Drummont Não é loucura da minha cabeça, mas, esse beijo está diferente de ontem. Não está pesado, não é bruto e muito menos violento. Porém, é intenso. A mão dele que apertava o meu queixo, está deslizando e fazendo caminho para a minha nuca e então, sinto um aperto bem na raiz dos cabelos. Não é uma dor absurda, é só uma pressão. Uma pressão diferente que instiga alguma coisa, mas não sei identificar ou explicar. Mesmo sendo algo relativamente novo, tento lhe acompanhar pelos movimentos dos lábios e com uma certa luta, eu consigo. Ryder, não recua, não para e muito menos mostra que pensa em parar. Sem minha autorização, as minhas mãos vão para o seu peito e por algum motivo, eu não o empurro, apenas crio uma invisível e frágil barreira. Esse beijo é mais leve, mas continua o

