— Por quê? Eu engasguei quando os meus lábios foram liberados. Ele moveu os beijos para a curva do meu pescoço, duplicando o efeito. Ele me arranhou com a barba por fazer, isso foi maravilhosos. — Por que continuamos fazendo isso? — Posso ver a pulsação na sua garganta. Ele comentou, olhando para o local antes de beijá-lo uma última vez e se sentar. Os seus olhos estavam escuros e a sua voz soava rouca. Ele encostou a testa na minha com os olhos fechados e respirando pesadamente. — Eu não tenho uma resposta para isso. É tão simples quanto queremos e tão complicado quanto não deveríamos. — Gosto de você com essa roupa. Disse ele, passando a mão pela minha coxa. Claro que ele gostou, eu estava vestida de preto. Pude perceber a urgência nas suas carícias, que iam perdendo a delicadeza anteri

