Eu sorrio para ele, envergonhada da minha ânsia em tê-lo. Ele pega a bengala do chão e me estende a mão com um sorriso lindo. Eu respiro fundo e seguro a mão dele. Caminhamos juntos até a caminhonete. Miguel abre a traseira dela e retira toda a lona. Eu me sento nela com as pernas para fora e sorrio para ele, enquanto ele vem pela lateral da caçamba em minha direção. Ele coloca a bengala na traseira do carro e se aproxima de mim. Eu me levanto e com os dedos trêmulos tento abrir os botões da camisa branca que eu estou usando. Suspiro quando não consigo. Eu estou tão nervosa que meus dedos perderam a habilidade. —Eu faço isso. —Miguel diz com um sorriso lindo me ajudando com eles. Quando me vejo livre dela ele beija o meu pescoço e logo sinto meu sutiã sendo retirado. A visão dos meus s

