Assim que entrou com Ayla no escritório e fechou a porta, Henry a encarou e se desarmou, Ayla o olhava com certa decepção, não havia o olhar desafiador que ela lhe lançou quando estavam diante dos outros, aquilo demonstrava uma coisa, ela contava com ele e o alpha não era burro, precisava estar envolvido em tudo na vida dela, ser incluído em cada pensamento dela até que não houvesse mais nenhuma idéia na qual ele também não fosse parte essencial e depois, como um bom controlador e dominador, iria se impor, ganharia seu espaço e o expandiria à sua vontade, Henry era louco e descontrolado quando o assunto era Ayla, sua obsessão, mas ele sempre foi o mais sagaz, estrategista e inteligente dos alphas, isso fazia parte da personalidade dele e não estava perdido, sempre controlador e dominador de tudo que existia em sua vida, tinha deixado essas características serem sufocadas pelas emoções que não controlava, agora um alerta reacendia na sua mente que era hora de mudar suas atitudes e estratégias, o que estava em jogo era seu maior bem, então disse:
_Minha loba- respirou fundo e continuou- tem que levar minha posição e opinião sobre aquele filho da p**a em consideração, farei extremo esforço pra estar ao seu lado nesse propósito, pois o que quero é surrá-lo se ele sequer a olhar, que eu não perceba ou sou capaz arrancar os olhos dele, mas por você e pra você, farei o sacrifício de não o desafiar, mas terá que me compensar.
Ayla suspirou, ele era um grande negociador e estava com a razão, Adrian era audacioso, conversaram sobre como seria a atitude deles juntos perante o desafio que tinham, Henry se sentiu satisfeito, estavam se entendendo, se sentiu seguro, Ayla percebeu que a conversa com ele não foi de afrontas e desafios dessa vez, ele estava sendo o Henry que ela sabia que ele era, isso trouxe tranquilidade a ela, o alpha não era só descontrole, terminaram a conversa se abraçando e se beijando, afagando o rosto um do outro, foi um momento de entendimento muito importante para os dois, em seguida, Henry ligou pra Martin informando que estavam voltando, que preparasse tudo, ficariam acomodados na casa da alpha e não queria festividades, Martin entendeu e tinha um tom animado quando desligou o telefone com o alpha, esse ainda beijou e se esfregou em Ayla antes de saírem do escritório, não via a hora de poder só viver com ela, sem pressa, sem missões e ao saírem, encontraram todos já prontos pra partirem, Ayla quis abraçar Romeu ao se despedir dele, mas Henry percebeu, a apertou com força e ficou tenso, ela se limitou a agradecer o alpha com palavras, ele como um pai pra ela, se despediu dos demais com formalidade, mas disse a Serafine, com Fernandez colado a ela, que viria na época do parto dela, a caçadora, já mais conformada, agradeceu, Henry disse a Romeu, de maneira seca, que tinha uma dívida de gratidão com ele, isso era um privilégio, pois não gostava de dever nada a ninguém, Romeu sorriu expirando alto e disse:
_Tudo que fiz, foi pela alpha Ayla, você não me deve nada, nem mesmo ela.
Henry fez uma expressão contrariada sem replicar, o alpha iria numa caminhonete sozinho com Ayla enquanto Emir, Estevão, Jorge e Juliette iriam em outro veículo e antes de saírem, Henry chamou Jorge e disse:
_Não precisam me seguir e nem esperar por mim.
O lobo entendeu e assentiu, partiram e já tinham pego a estrada quando o alpha, com Ayla colada a ele, puxou a perna dela pra cima da dele e começou a alisar a coxa dela por baixo do vestido, aquilo o excitou, olhou pra ela que se levantou e sentou no colo dele de lado, o olhar e o cheiro dela eram pura luxúria, queimava como se estivesse com febre, lambeu a orelha dele enquanto tirava a calcinha, Henry arfou de t***o, ela pegou a mão dele e a subiu até a sua i********e, ele rosnou gemendo, levantando o quadril pra se esfregar nela e quase perdeu a direção do carro, a b****a dela estava encharcada, os dedos deslizavam pelas dobras dela que colou a testa na dele dizendo pra ele não parar de dirigir, não o beijou, arfava de t***o, o aroma da boca dela remetia a morangos pro alpha, ele quis beijá-la, sua boca salivava, mas ela se afastou negando enquanto abria as calças dele, Henry rosnou ansioso e quando ela pegou no m****o duro dele, disse num sussuro na boca dele:
_Quero te chupar.
Ela puxou o p*u dele o alisando e ele gozou com aquele ato, gemeu alto, tirando o pé do acelerador, seu corpo se contraindo pelo êxtase, ela lambeu a boca dele pedindo pra ele continuar dirigindo ou ela pararia, ele se sentia confuso, estava muito sensível a qualquer toque dela, sem controle sobre o próprio corpo, entregue, tinha uma expressão que parecia sentir dor, não conseguia responder, só obedeceria e arfou alto quando ela saiu do colo dele e se posicionou, abaixando a cabeça na direção do p*u dele, ela engoliu quase todo o m****o dele numa chupada que fez o corpo dele todo se arrepiar, fechou os olhos por um segundo sentindo a sensação de prazer que lhe deixou sem forças, ela o sugava de maneira cadenciada, subindo e descendo a cabeça, sugando o p*u dele com suavidade enquanto puxava as calças dele até o joelho, acariciava as bolas deles, se deliciava, adorava f********o oral, a p***a dele tinha o gosto do sangue dele, a deixava com sede e com t***o, o cheiro a inebriava, se sentia lasciva como nunca se sentiu antes, poderia ficar horas o saboreando, começou a se tocar e sentir prazer enquanto ele alisava a cabeça dela, apertando a mão entre os cabelos quando ela colocava a língua pra fora e deslizava por todo o m****o dele, Ayla sabia como dar prazer a Henry, sabia onde tocar e como tocar no momento certo, conhecia cada ponto de prazer do corpo dele, ela também tinha consciência do efeito que tinha sobre ele, o conhecia até melhor do que ele mesmo, gozou junto com ele, engolindo todo o prazer dele, sentindo seu prazer escorrer pela coxa, era o ápice pra ela, gozar sentindo o gosto dele na boca, era delicioso, ele a chamou ofegante, falando que queria parar, queria se enfiar dentro dela, Ayla lambia a cabeça do m****o dele, arranhou de leve com os dentes e sem levantar a cabeça, virou o rosto levemente e massageando de um jeito delicado o saco dele, disse:
_Não pare, eu gosto assim, dirija rápido e se concentre na estrada, quero me deliciar.
Ele se contraiu e falou um palavrão sentindo seu p*u latejar, ela abocanhou uma das bolas dele, massageando com a língua, chupando enquanto deslizava rodando a mão pelo p*u dele, Henry tinha espasmos, ela voltou a chupar o p*u dele com pressão, ele alisava as costas dela, dizendo que a queria nua, a chamou repetidamente, falou palavrão, falou coisas obscenas e dirigia ora muito rápido, ora quase parando, quando ele gozou mais uma vez, apertava os cabelos da nuca dela, gemia travando os dentes, ela saboreava o sabor na boca, salivava quando ele a soltou, sentia os espasmos no corpo dele, tirou o p*u dele da boca e começou a morder de leve a virilha e a coxa dele, Henry gritou que iria parar, queria fuder, gozar olhando nos olhos dela, ela assoprou o saco dele o fazendo se arrepiar e falou:
_Sim, mas só quando chegarmos na matilha.