Quando abri a porta, eu simplesmente não podia acreditar, eu não estava com sono e nem nada do tipo, o que sinificava que poderia ser real. A figura estava vindo em minha direção e eu fui para atrás até eu acabei de encontro o a parede e ele me encurralando, quando ele finalmente chega perto, ele abixa sua cabeça até o ponto em que nosso lábios ficam a centímetros de distância, olho para seus lábios avermelhados como nunca vi e me volto para seus olhos, eles eram um cinza claro, não eram chamativos, mas dava para se perder neles.
- essa é a minha casa, saiam daqui - ele falou irritado e se virou... Argh que arrogante.
- sua casa? - indaguei irritada e incrédula e o seguindo - essa é minha casa, nós a compramos - eu o enfrentei.
Aquele estranho do nada para e me olha, ele me fitava não apenas com raiva, mas me lançava um olhar mortífero que chegava a me dar medo, então logo depois, ele desaparece. Quando me dou por conta, estou dentro do meu quarto, a porta se fecha abruptamente e eu me assusto, quando olhos para atrás ele estava muito perto e mais uma vez me assusto dando um passo para atrás, mas acabo tropeçando e caindo no chão.
- mas que m***a garoto! Você é um fantasma, ou algo do tipo? - indaguei irritada - E aliás por que ta aqui? E qual o seu nome? - falei me levantando e quando finalmente noto seu olhar eu mim, eu acabo travando.
- isso não é de seu intere-
- Sabrina - o interrompo e o olhos sem nenhum tipo de expressão.
- o que? - ele me olhava confuso, mas eu sentia aquele olhar mortífero sobre mim, não era extamente mortífero, era... enigmático e isso me encantava, achava isso interessante e me sentia mais confiante com ele, com aquele olhar sobre mim.
- meu nome é Sabrina. Agora me fale o seu - eu o olhava esperançosa, de certa forma, eu sabia que ele iria falar.
- Lucas - ele falou me olhando atortoado, dava para ver que ele não sabia o que fazer - ja me meti em muita coisa hoje, e escuta aqui garota-
- Sabrina! Eu tenho um nome, sabia? Cabeça de fumaça - falei cursando meus braços e inclinando meu tronco um pouco para frente.
- fica quieta garotinha - ele falou enrraivecido, mas eu não conseguia acreditar que ele tinha me chamado de garotinha. Retiro tudo o que eu disse, ele é um garoto e******o e i****a.
- eu não sou uma garotinha seu i****a - esbraveci - cabeça de... - enquanto eu procurava um xingamento, percebi que ele estava sorrindo - ta olhando o que? - esbraveci ainda mais.
- belo corpo, pena que a dona não é tão bela assim - eu havia me esquecido de que ele tinha me visto nua no banheiro, no mesmo momento em que lembrei avermelhei de vergonha e puse ouvir sua risada - ficou vermelha que nem uma pimenta, já sei, vou te chamar de pequena pimentinha - ele falava zombeteiro.
- Argh! seu i****a, t****o! - esbraveci sem poder contar toda a minha vergonha que eu ainda estava sentindo.
Quando eu iria fazer ele se arrepender e desferir um t**a, ele simplesmente desapareceu e no momento seguinte senti alguém atrás de mim, no mesmo momento soube que era o Lucas, então me virei e tentei acertar seu rosto mas ele parou minha mão com um sorriso em seu rosto.
- me larga! - falei tentando me debater - não acredito! você e meu irmão são t****o da pior espécie! - esbravejei tentando me soltar, mas acontece que ele não tinha apenas músculos, ele tinha força também, muito força.
Quando eu tento desferir um t**a com a minha putra mão, Lucas pega as duas e ainda me olhando as coloca na minhas costas me puxando para perto de seu corpo, como eu ainda estava de frente para ele, eu tentei dar uma joelhada mas ele nos aproximou ainda mais, o que impediu o meu ataque aos países baixos dele.
- me larga! Eu disse pra me largar, i****a! - esbravejava e debatia-me, enquanto tentava não olha-lo diretamente.
- quem saiba eu não brinco um pouco com você? - enquanto ele me olhava sorrindo, meu rosto dava lugar ao puro pavor.
- o que? - indaguei amedrontada.
Enquanto meu olhava focava em seu rosto, ele me joga na cama e fica em cima de mim o que me deixa ainda mais apavorada.
- Sai de cima de mim! - eu tentava me soltar de todas as formas que eu conseguia.
Eu tente empurra-lo para longe de mim, mas ele pegou minhas mãos e colocou acima da minha cabeça segurando apenas com uma mão sem dificuldade alguma, o medo cresceu ainda mais, me perguntava como alguém poderia ter tanta força assim. Ele me olhava com um sorriso malicioso que me deu um arrepio na espinha, era amedrontador. Minha expressão de medo parecia alegrar ele ainda mais, ele parecia um monstro sedento e isso era horripilante, enquanto eu ficava cada vez mais horrorizada, Lucas colocava suas gélidas e grandes mãos embaixo da minha blusa.