Layla entrou desesperada em casa e correu direto para o quarto, Ausen e eu fomos logo atrás. - Agora, essa é uma situação muito delicada, Júlio. Cuide dela custe o que custar - disse Ausen aparentemente decepcionado - Eu fiz o máximo que eu pude, por fa... - Ausen - antes de ele terminar, o cortei -, você fez o que você pode. Ele olhou para os lados querendo chorar e disse: - Eu estou indo. Me despedi dele, passei a mão no rosto e tentei imaginar que aquilo não estava ocorrendo. Mas estava. Fui em direção ao quarto, e para ser respeitoso com ela, bati na porta e depois entrei: - Layla... Layla... Ela estava sentada na ponta da cama, vomitando no chão. Ela raramente ficava nervosa, mas daquela vez, chegou ao ponto de mexer tanto com seu psicológico que chegou a afertar seu organismo

