É muito estranho. "Mas o que é estranho?" poderia perguntar qualquer pessoa. O que é estranho é o fato de falar e se lembrar de como a vida foi depois que saí do hospital, já que nem na minha própria casa passei a me sentir segura. Durante um tempo, eu estava bem, mas em rápidos momentos, eu estava dentro de casa e olhava para trás para ver se não havia ninguém atrás de mim, ou ir até o quarto para ver se ninguém estava lá, e logo eu voltava para a realidade e percebia que aquilo era só coisa da minha mente, mas em algum momento, esses rápidos flashs de paranóia aconteciam. Bem, por onde começo? Essas coisas começaram a acontecer logo quando pisei em frente ao prédio onde eu morava em Frankfurt. Enquanto deixei Júlio no carro, conversando com Ausen, olhei para os dois lados na calçada, co

