Desliguei o telefone, e peguei com as duas mãos no volante, cheia de ódio da cara dele, por um momento ficamos em silêncio. - Bernardo: - Precisa de tudo aquilo Angeline? Me dar tapa na cara - Angeline: - Ainda foi pouco, não tem motivos para você sair de casa, vim para um lugar que mais parece um bordel, vai se fuder vai enganar outro porque eu você não engana. - Bernardo: - O meu Deus, onde eu estou te enganando louca? Para de paranóia eu vim para conversar com o dono do bagui lá e você ia vem com um monte de ideias erradas para cima de mim. - Vou nem tentar falar mais nada porque estou vendo que só está piorando, já te expliquei e você que boa quer entender. Ignorei e continuei dirigindo, focada olhando para frente, assim que nos aproximamos de casa apertei o controle e abri o port

