CAPÍTULO 5

1475 Words
Depois de alguns minutos Bernardo chegou com o pessoal, não tinha nem como disfarçar que éramos uma máfia, todos estavam de preto.    Na verdade, preto é minha cor favorita, suponho que realça minha beleza e chama atenção em mim.                            . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Catarina On: Prazer galera meu nome é Catarina Castro Albuquerque tenho 19 anos, natural de Portugal, entrei para a máfia ano passado com 18 anos porque sempre quis participar, nunca gostei de trabalhar e para eu conseguir bancar meus luxos (que não são poucos) decidi entrar para a máfia e trabalhar com eles, aqui somos como uma família, temos nossos desentendimentos, mas faz parte! Meu foco mesmo é comandar uma máfia gigantesca com a Angeline, ela é um mulherão da p***a e o Bernardo um, cara totalmente, sangue-frio estou até estranhando ele estar tão calmo assim porque ele sempre foi sangue no olho. Não vejo a hora de colocarmos a mão na massa e ver o circo pegando fogo, eu e Angeline trabalhamos juntas saímos com os, caras e pegamos informações que contribuem para a máfia. Chegamos no Brasil, especificamente no Rio de Janeiro uma das cidades mais p**a de todas, aqui é olho no olho e dente por dente, ninguém tem dó de ninguém e o mais esperto sai ganhando. Cheguei no barzinho onde os chefes estavam e já aviste um gatinho que a Angeline já havia pescado, hoje vamos lucrar.    — Bernardo: Vou me sentar aqui nessa mesa vazia com os meninos e você já vai lá garantir sua noite — disse piscando para mim. Fui até a mesa e sentei e lá com ele,  quando os outros, caras me viram ficaram encarando e um deles se aproximou e se sentou na mesa também. — Thomas: Fala meu parça senta aqui conosco — Falou para o cara que se aproximou da mesa. — Santiago: Eae gatas, tudo bem? Prazer Santiago! — falou me olhando com cara de safado.                                         . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .  Angeline On: — Prazer Santiago! E você não me disse o seu nome — falei olhando para o outro que já estava na mesa conversando comigo. — Thomas gata! — falou com um sorriso atentador. — Santiago: — O que essas moças fazem aqui? — Se divertindo um pouco, e a procura de prazer — falei olhando com cara de safada para a Catarina e ela riu. — Thomas: — Tudo o queremos né Santiago — Falou piscando. — Santiago: Opa! E aí o que vão fazer mais tarde? — Catarina: Vamos ficar no hotel mesmo né line? — falou piscando. — Angeline: — Sim! Não temos companhia para sair. — Thomas: — Acredito que acharam hem! Me passa o endereço do hotel que passamos lá para pegar as moças  Passei o endereço e ficamos um tempão conversando, tentando a todo o tempo conseguir tirar algo que aquele olhar penetrante tinha a esconder por trás daquela carinha. Dava algumas desculpas para tentar saber, e descobrimos que eles são da favela mais perigosa e conhecida do Rio, a favela do Jacarezinho, essa favela é conhecida por ser a mais violenta do Rio de Janeiro. — Catarina: — Será que podemos conhecer essa favela de perto — falei fazendo sinal para o garçom vir até a mesa. — Santiago: — Vocês não iriam gostar, é perigoso lá. Dei uma gargalhada tão alta que eles ficaram me olhando sem entender o que estava acontecendo, eles nem imaginam o que nós duas já aprontamos sozinhas ha. — Angeline: — Podem ficar tranquilos, não temos medo de nada e ninguém — falei rindo com uma cara de maníaca. — Thomas:  — Gosto de mulher assim, sangue no olho — falou dando risada. — Angeline: — Tem certeza que gosta? — Falei olhando com uma cara que ele chegou engolir seco. Mudaram até de assunto, esses dois tem muita coisa escondida e eu quero descobrir uma por uma, amo quando as pessoas julgam que eu sou uma pobre moça indefesa (bando de bestas), Bernardo ficava me olhando me mandando sinais. — Catarina, acredito que já está na hora de irmos nos arrumar para sairmos com os rapazes a noite você não acha? — Catarina: — Claro, vamos! — Falou se levantando. — Até mais tarde gatinhos — Falei piscando para eles e deixando o dinheiro das bebidas na mesa. Saímos e os meninos vieram atrás, entramos no carro e fomos para o hotel. — Bernardo: — Pessoal precisamos ter uma reunião hoje, já que todos vão apostar hoje e dar sorte para alguém quero treinar e ver se todos ainda lembram de como conta cartas na mesa para ganhar. Blackjack é um simples jogo mais conhecido como ''21'', nossa máfia usa o método de contar cartas para quebrar a banca e sairmos milionários de lá, vou explicar melhor como funciona o jogo. Com um ou mais baralhos, o dealer dá 2 cartas aos jogadores, todas viradas para cima. Enquanto isso, dá duas para si mesmo, com uma virada para baixo. É aí que começa a contagem,  aqui os valores das cartas: — Todas as cartas numeradas abaixo de 10 valem sua própria numeração: 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3 e 2, independente do naipe. Então se um jogador recebe um 8 e um 5, ele tem 13. Simples, certo? — A família real (valete, dama e rei, ou J, Q e K) valem 10 pontos, independente do naipe. Então um 9 e um rei significa 19, por exemplo. — O Ás, a carta especial, vale 1 ou 11, dependendo do que for mais vantajoso para quem o recebe. Assim sendo, tirar um Ás e uma figura (J, Q ou K) significa fazer 21 e ganhar o jogo. No caso de ganhar sem fazer 21, a mesa paga 200% do valor apostado. O método da contagem age exatamente nesse ponto: calculando, diante das cartas que não estão em jogo, a probabilidade de receber cartas altas ou baixas. Para isso, é preciso manter controle sobre três grupos de cartas: os 10 e família real (altas), os números de 2 a 6 (baixas) e os de 7 a 9 (neutros). Cada vez que uma carta dessas aparecer no jogo, você adicionará um ponto (carta baixa) ou diminuirá (carta alta) da sua oportunidade de vencer. Resumidamente é isso, mas nossos métodos para que para a banca não sacar que contamos carta é que fazemos sinais para os parceiros e palavras que representam o valor da carta. Parece ser difícil, mas, na prática, é muito mais fácil. Chegamos no hotel e cada um foi para o seu quarto se arrumar para antes de irmos nos encontrar e termos a reunião. Tomei banho e abri as sacolas de compras, peguei um vestido que comprei especialmente para esse ocasião - quero ver eu não chamar atenção nessa p***a - pensei olhando para o vestido. Escolhi um vestido meio bordo cheio de lantejoulas com um decote na frente e atrás e um salto da Dolce & Gabbana dourado, no cabelo fiz uns cachos e uma trança lateral e uma make bem bem discreta e a arma na bolsa. saímos e nos encontramos no saguão e fizemos a reunião. — Bernardo: — Só para garantir que não esqueceram. . . . . Miguel fala para mim os sinais que temos que fazer quando mesa tiver quente (com dinheiro alto). — Miguel: — Cruzar as mãos para trás — falou mostrando como era — Bernardo: Angeline qual sinal para "Caia fora" "já deu"? — Bagunçar o cabelo — Falei mostrando como era. — Bernardo: — Ótimo! O que significa o gesto tocando no olho? — Afonso: — Precisamos conversar! — Bernardo: — E a mão na testa? — Catarina: — Quer dizer que a mesa está esfriando, ou mais específico dinheiro fraco (pouco dinheiro) quer dizer que jogo está caindo. — Bernardo: — Beleza, vocês sabem que jogo inicia quando duas cartas são jogadas sobre a mesa e que cada figura vale 10 pontos, e o final fazer 21 pontos e quebrar a banca. — Vamos ver se minha namorada foi bem ensinada, fala para mim as palavras que cada carta tem na nossa estratégia — Angeline:  — +9 = Gato — +6 = Revolver — +12 = Ovos — +16 = Doce — +14 = Anel — +15 =  Salário — +17 = Revista — Bernardo: Essa é minha garota — falou batendo na minha b***a. Então vamos, os clientes de vocês devem estar esperando......  
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