Ponto de Vista de Sofia Brazine Levei Luigi diretamente para o escritório do meu pai. Desde que ele estava no hospital, aquele cômodo havia se tornado meu quartel-general. Era dali que eu assinava documentos, organizava reuniões e tomava as decisões da família Brazine. Em poucos dias, eu já conhecia cada gaveta, cada pasta e cada segredo escondido entre aquelas quatro paredes. Assim que entramos, fechei a porta. Girei a chave na fechadura. Queria ter certeza de que ninguém ouviria aquela conversa. Luigi percebeu meu nervosismo. — Sofia... o que aconteceu? Respirei fundo. — Primeiro, senta aqui. Apontei para o sofá de couro ao lado da janela. — Não na cadeira em frente à mesa. Ele apenas assentiu e fez o que pedi. Fui até o pequeno bar que meu pai mantinha no escritório. Pegue

