Ponto de Vista de Sofia Brazine Quando o carro atravessou os portões da mansão Brazine, um aperto tomou conta do meu peito. Eu estava em casa. Ou, pelo menos, naquele lugar que sempre chamei de lar. Mesmo assim... Tudo parecia diferente. A enorme fachada iluminada continuava imponente. Os jardins estavam perfeitamente cuidados. As fontes ainda funcionavam. Os seguranças permaneciam em seus postos. Mas faltava alguma coisa. Faltava vida. Meu pai deveria estar sentado em seu escritório, discutindo negócios até tarde da noite. Minha mãe provavelmente estaria reclamando que ele precisava descansar mais. Sorri com tristeza. Agora... Um estava no hospital. A outra lutava entre a vida e a morte. Desci do carro lentamente. Luigi caminhava ao meu lado. Atrás de nós vinham vários

