Ela olhou para o teclado. Você digitou nessas teclas. Você se sentou na minha cadeira. A voz de Moore a assustou. — Está dando por falta de alguma coisa? — perguntou. — Seria alguma coisa pequena, alguma coisa muito pessoal. — Como sabe disso? — É o padrão dele. Então isso aconteceu com as outras mulheres, pensou ela. As outras vítimas. — Pode ser alguma coisa que a senhora vista — disse Moore. — Alguma coisa que apenas a senhora use. Uma jóia. Um pente, um chaveiro. — Meu Deus! — Imediatamente ela se abaixou para abrir a gaveta do topo. — Ei! — gritou Rizzoli. — Disse para não tocar em nada. Mas Catherine já estava enfiando a mão na gaveta, vasculhando freneticamente entre canetas e lápis. — Não está aqui. — O que não está aí? — Guardo um chaveiro extra na minha mesa. Que chaves estão nel

