Os dias se passaram com uma mistura de esperança e apreensão. A união da comunidade era palpável, mas a sombra de Diego continuava a pairar sobre o morro. Os encontros no centro comunitário tornaram-se uma rotina, e a conscientização sobre os perigos do tráfico e da violência cresceu. Guilherme e Letícia estavam cada vez mais motivados, mas a sensação de que algo estava prestes a acontecer não os abandonava. Uma noite, enquanto organizavam os materiais para a próxima atividade, Guilherme recebeu uma mensagem anônima em seu celular. O texto era direto: “Estaremos de volta. E desta vez, não haverá como escapar.” Um frio percorreu sua espinha. Ele sabia que não era apenas uma ameaça vazia. Diego estava se preparando para um confronto, e não podiam subestimar a sua determinação. “Letícia, vo

