Após o confronto intenso com Diego e seus aliados, o morro estava em um estado de desordem, mas a resiliência da comunidade era notável. Guilherme, Letícia e os outros moradores haviam lutado não apenas para proteger suas casas, mas para reafirmar a força que tinham juntos. O dia seguinte trouxe a realidade das feridas, tanto físicas quanto emocionais, mas a determinação de reconstruir era palpável. Guilherme acordou cedo, sentindo o peso da noite anterior em seus músculos, mas também uma centelha de esperança. Ele caminhou até o centro comunitário, que serviu como o coração da resistência durante o ataque. Ao chegar, encontrou Letícia já organizando os voluntários que chegavam para ajudar. “Bom dia, amor. Como você está se sentindo?” ela perguntou, preocupada com as marcas da luta que a

