CAP 2 - Número.

1078 Words
Logo em seguida que eu os avisei do passeio, disse que eu voltaria na semana que viria para pegar o dinheiro e logo depois seria o passeio, era o intervalo, então todos começaram a sair. A garota ao qual me encantou que eu ainda não sabia o nome. Porém, não iria demorar, passa ao meu lado e eu chamo-a. — Ei garota! — Ela vira-se quase que instantaneamente. — O que você quer i****a? — Ela fala brava provavelmente por causa daquilo que fiz mais cedo. — Calma Senhorita! Só queria pedir seu número para nós conversamos sobre um estágio para você na minha empresa. Gostei bastante de ti. — Pergunto com um sorriso no rosto e uma desculpa esfarrapada. — Se liga! Tá maluco? Sei muito bem esse estágio. — Ela fala descobrindo a minha desculpa esfarrapada. — Bom..., mas respondendo sua pergunta, NÃO! Eu não aceito merda nenhuma que venha de você! Agora me deixe em paz! — Ela fala indo em direção ao intervalo. Ela realmente deve ter ficado muito p**a comigo. Saio da escola bravo, não estou acostumado a levar um "não", ainda, mas de garotas mais novas, entro no meu carro em silêncio pensativo. — Para onde vamos Senhor? – Meu motorista pergunta. — Pode ir para a empresa, NÃO! Melhor ainda, ligue lá e pergunte qual é o meu próximo compromisso. — Logo em seguida meu motorista pega o celular dele e liga para o escritório, eu consigo ouvir a minha recepcionista, Yasmin falando aquelas palavras decoradas e assim meu motorista Carlos fala de quem se trata e então ela verifica com a minha secretária a Rosé qual seria o meu próximo compromisso. Depois de alguns minutos eu escuto um sussurro no telefone e meu motorista se despede. — Senhor? — Meu motorista me chama se virando para olhar para mim. — Pois não? — O respondo esperando qual seria o meu próximo destino. — Ela disse que por agora o Senhor está livre. Só vai ter uma reunião as 15:00 horas. — Ok! Então me leve a um café preciso tomar algo. — Falo para o meu motorista abrindo meu paletó. — Ok! Mas tem alguma ideia de qual café o Senhor quer ir? — Ele me questiona enquanto liga o carro. — Pode ser o que tem na rua de trás, não é “aquelas coisas” porém o lugar é aceitável. — Ok Senhor! — Ele fala e começa a dar partida com o carro. (...) — Como ele pode ser tão lindo assim? — A Ravena fala para mim enquanto admira o Pedro. — Ele não é tudo isso..., só você acha esse garoto bonito. — Respondo em êxtase. — Para de ser estraga prazeres cara! Por quê você sempre tem que ser assim em? — Ela pergunta fazendo uma cara de nojo para mim. — Assim como? Eu só estou falando a verdade oras! Ele não é tudo isso e no fundo você sabe! Eu prefiro pegar aquele velho que veio aqui anunciar o passeio do que esse garoto. — Falo colocando a língua para fora com repulsa. — Ah velho! Vai se danar ok? Se ele pelo menos desse a atenção que ele dá para você, para mim, eu já estaria feliz. — Ela fala voltando a admira-lo, mas logo em seguida disfarça quando percebe que ele estava olhando. — Dane-se essa babaquice! — Eu digo saindo de perto dela, indo em direção ao pátio de fora da escola. — Ei! Espera! Aonde você vai sem mim? Você não pode me deixar aqui sozinha ok? — A Ravena fala desesperada enquanto corre e agarra meu braço, me acompanhando para o exterior da escola. — Mas mudando de assunto..., só agora que eu me toquei. Deixa eu ver se eu escutei bem ok? — Ela fala indo na minha frente fazendo nós pararmos de andar. — O que foi? — Pergunto revirando os olhos. — Você disse que preferia pegar aquele tal de Marco do que o Pedro? Como assim mano!? — Ela fala enojada. — Sim! Foi isso mesmo que você escutou! — Ela faz um sinal de cruz como se quisesse passar a mensagem para "Deus" a livrar. — Inclusive! Você acredita que no final daquela "palestrinha" mixuruca dele, ele simplesmente pediu meu número? — Ela abre a boca sem acreditar. — Você está “zuando” né? É brincadeira! Só pode ser. — Ela fala em negação. — Antes fosse! — Falo me desviando dela e indo em direção ao banco para eu me sentar. — Eai!? Você aceitou? Ele falou o que? — É óbvio que eu não aceitei né sua i****a! — Falo enquanto dou um tapa no braço dela. — Ai! Como você é i****a! — Ela fala reclamando de dor e me julgando. — Por quê i****a? — Pergunto sem entender nada. — Ele poderia te dar vários mimos! Qualquer coisa que você pedisse! — Ela me responde e eu começo a pensar que ela tem razão! Sim! Eu odeio admitir, mas ela tem! Eu poderia ganhar várias coisas que eu quisesse! Afinal ele é rico! Eu definitivamente preciso falar com ele novamente. — Sim! É verdade. Você tem razão! Mas como posso falar com ele novamente? — Pergunto pensativa olhando para cima. — JÁ SEI! — A Ravena fala gritando atraindo a atenção de todos. — i****a! Para quê gritar desse jeito!? — Falo dando outro tapa no braço dela. — Ok! Eu sinto muito..., para de me bater inferno! Estou tentando te ajudar...enfim, ele disse que vai vir semana que vem para pegar o dinheiro do passeio. Essa é a oportunidade de você dar o bote nele! — Ela fala com um sorriso malicioso. — Nossa, nossa em! Nunca pensaria que você poderia pensar em umas coisas dessas... — Falo dando risadas e a puxando para perto para darmos risadas juntas. Logo em seguida o sinal do intervalo bate e nós subimos para a sala. Ficamos a aula toda combinando o que eu falaria para ele, e como eu agiria para conseguir o que eu queria. A Ravena me falou para eu agir de uma forma ousada e tentar mostrar meu corpo. Enquanto eu falava com ele, tentar passar a mão em meu corpo, principalmente braços e falar coisas com duplos sentindo. Com um tom de malícia! Sim! Esse seria o plano perfeito! Estava um pouco nervosa! Pois na prática é mais difícil, porém tudo precisa dar certo!
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