ANGEL Charles vinha me deixando cada vez mais louca. Passei por muitos momentos de ansiedade e, no meio de toda aquela confusão, lembrei que não fui visitar meu pai desde o acidente de Charles, então peguei minha bolsa e fui à casa dele. — Oi, pai, como você está? — Estou muito triste, filha. Quero te pedir perdão por ter negligenciado tudo o que aconteceu com você durante todo esse tempo. — Está tudo bem, isso é passado agora. — E sua irmã, como ela está? Tem se comportado? — Sim, até o momento ela não fez nada. — Isso é bom. Filha, o dinheiro que Catherine roubou foi devolvido. Infelizmente ela gastou muito, mas o que sobrou dá para tirar a empresa da falência. E eu também quero te dar o que é seu por direito. Sua mãe construiu uma empresa sozinha e fez ela crescer, e esse dinhei

