Era manhã de Sábado e sua amiga Mia estaria aproveitando a folga de Luke na praia, a algum tempo Amanda queria trazer mais cor para dentro da casa, mas nunca comentou. Pelo fato de não contribuir com as despesas da casa, não poderia pedir nada supérfluo, mas a vontade de mudar o ambiente, tinha relação com a saudade do seu lar. Até mesmo o celular, algo necessário hoje em dia ela demorou a aceitar, pois não achava certo que os rapazes gastassem com ela, se ela não trabalhava.
_ Está pensativa por esses dias, eu ou o John lhe fizemos algo que te chateou? Não quero usar como justificativa, mas nunca moramos com ninguém que não fossem os nossos pais, mas isso faz tanto tempo, que provavelmente desacostumamos ...
Amanda percebeu que o olhar de Júlio foi longe, ele estava perdido em lembranças, e teve uma ideia.
_ Pelo que John falou ele vai demorar na vistoria da obra. Então, Ju, está muito ocupado?
_ Minha pequena, você sabe que para você tenho todo o tempo do mundo. Júlio falou dando um selinho e acariciando os cabelos dela.
_ Estou com vontade de fazer um bolo para hoje à tarde, então, quer me ajudar a preparar um bolo lindo para vocês, enquanto me fala dos seus pais?
Julio sorriu, entendendo o que a sua pequena menina queria com isso, realmente eles sabiam tudo a respeito dela, e não haviam compartilhado nada da vida dos dois, não havia muito o que ser dito, mas não havia o que esconder de Amanda, a não ser sobre a busca incansável pelo tio filho da p**a que a deixou a mercê da máfia.
Enquanto o bolo era feito, Julio lembrou-se dos momentos em que teve por perto o amor de seus queridos pais, e começou a se abrir:
_ Eles se conheciam desde crianças, meus avós por parte de pai e mãe eram muito próximos, pelo que eles me contavam, eram tempos difíceis, mas as famílias sempre se ajudaram muito e se amaram, desde muito cedo. Quando decidiram se casar, meu pai passou a trabalhar com entregas e viaja muito, minha mãe cuidava de mim e de meus avós que estavam ficando debilitados. Com o tempo, devido a idade já avançada, meus avós foram partindo e quando apenas minha avó materna estava morando conosco, meus pais sofreram um grave acidente que tirou a vida deles.
_ Nossa que triste! Então quem cuidou de você e John foi a sua avó? Ser criado pela avó é muito bom, não é?
_ Sim, por três anos tivemos a sorte de termos nossa amada avó Lucia conosco, John quase não se lembra dela, ele tinha pouco mais de 4 anos quando perdemos os nossos pais, e depois que a minha avó faleceu, não havia mais familiares próximos a nós, então comecei a trabalhar com o que aparecia, era a forma de colocar comida na mesa. Consegui estudar o máximo que pude, mas precisava muito trabalhar, e foi fazendo pequenos serviços e aprendendo que eu iniciei na empresa que hoje sou socio. Foi por isso que eu sempre quis que John se formasse, acredito que os meus pais ficarão muito orgulhosos de onde estiverem.
_ Eles também estão muito orgulhosos do homem forte, inteligente, amoroso e maravilhoso que você se tornou. ...... Eu te amo!
O coração de Amanda batia como se estivesse desesperado para sair do peito, ela sabia o peso das palavras que acabara de dizer e não tiraria nem uma palavra do que havia dito. Julio parou de misturar a massa do bolo e a encarou intensamente se aproximando, as pupilas de seus olhos estavam dilatadas e provavelmente Amanda não as veria assim tão cedo, desde a primeira e única vez que fizeram amor, os irmãos resolveram aceitar o momento da garota e as novas descobertas com tempo, acreditavam que dessa maneira ela não se assustaria, mas o sentimento que Amanda havia falado, estava martelando a muito tempo no peito do irmão mais velho.
_ Pequena, você se importa de deixarmos o bolo para mais tarde? Preciso muito retribuir à altura o que acabou de me falar, e espero dessa maneira provar que eu sinto o mesmo por você.
Amanda sorriu com ternura para Júlio e sem nem ao menos pensar, pulou em seu colo, circulou as pernas em sua cintura e o abraçou dando-lhe um beijo cheio de desejo. Ela o queria de todo o coração e mesmo com uma pontinha de medo, se deixou levar para um dos quartos, na segurança dos braços fortes de seu protetor.
Na macia cama de Amanda, Júlio a deixou e carinhosamente a despiu.
Os beijos continuavam quentes, ardentes e molhados, quando o ar faltava e as bocas eram liberadas, trocavam olhares de pura paixão.
_ Minha querida menina, você confia em mim? Quero fazer algo, mas por favor não me faça parar e de maneira alguma, se envergonhe.
Julio desceu os beijos, passando a língua pelo pescoço, por entre os delicados s***s, o umbigo até chegar no triangulo que tanto desejou desde a última vez.
Amanda ainda levantou a cabeça curiosa do que aconteceria, e quando Júlio notou a curiosidade da garota, disse:
_ Eu te amo minha querida pequena!
As pernas de Amanda foram abertas , as grandes mãos de Julio abriram com facilidade os grandes lábios e abocanhou a i********e que já apresentava umidade. Antes mesmo de conseguir pensar na vergonha, na situação de exposição que se encontrava, Amanda gritou no momento em que o dedo pressionava o c******s e a língua pedia passagem nas profundezas de sua i********e. Não houve dor em nenhum momento, apenas um prazer incontrolável e na sequência uma sensação tomou conta de seu corpo, e ela percebeu que não havia outra maneira a não ser se aliviar.
Julio sugou o licor requintado que estava em sua garota, ele sorriu satisfeito quando a viu vermelha e ainda com pequenos espasmos de prazer, a beijou compartilhando o sabor que ainda levava na boca e ficaram abraçados sorridentes e apaixonados.