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2726 Words

— Intenso!? — Aldous arguiu, observando a tristeza de Ario. — Um pouco… — Ario franziu o cenho. — Pistis! — invocou. — Pai. — Ela cumprimentou, ao chegar. — Sismo — anunciou —, tomem cuidado, por favor! Precisamos saber se temos um agente anatural trabalhando em sua causa. — Sim, senhor — Ela partiu, com um sorriso doce no rosto. — Presenciarei a loucura de Moros!? — Aldous gargalhou. — Não… é uma ocasião r**m, mas não verá, Algos. — Ele riu. — Crianças, trabalhemos! — Aldous disse. — Segundo meu niilismo o coiso é a causa. O monge ajudará a saber quando atacar. Não se precipitem, exceto se sua morte, ou a dos outros, estiver em risco. — Sim, senhor! — Sorriram, dividindo-se. — Vamos, Sigmund… mesmo truque! — disse Aldous. Aldous tocou no ombro do menino e a leve sinapse viajou.

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