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2687 Words

“Sempre que um, dentre eles, nos amar será o amor d’Ela pulsando no íntimo de nossos irmãos!”, ressoou o voto de Algos, na alma de Sigmund. Sigmund despertou dentro de si, olhou ao redor e tudo estava igual, excetuando uma grande lua púrpura, banhando o local onde as mandalas não mais estavam. O monge estava deitado ao seu lado. — Monge? — chamou, desatando o nó de seu cabelo. — Hm… — O monge suspirou. — Morremos? — arguiu, sonolento. — Que fixação com a morte, nossa! Como se sente? — Sonolento, estranho — respondeu, olhando ao redor, com a visão embaçada —, estamos de volta em casa? — Sim, as marcas das mandalas foram substituídas por uma lua — respondeu, apontando para o céu. — Uau! Isto é normal? — Sim, é onde vive Algos. — Ele sorriu, saudoso. — Deixe-me ver o que o aflige… —

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