Assim que entro no vilarejo, sou recebido por Kiran. A expressão desolada em seu rosto me diz que a noite está longe de terminar. Uma onda de apreensão me domina após a conversa com Elise e sua amiga. Tudo desmoronou rápido demais, jogando sombras sobre a confiança e a alegria que havíamos reconstruído desde nosso primeiro jantar. Meu irmão me segue até em casa. Enquanto caminho, o caos da alcateia reverbera ao meu redor — murmúrios agitados, rostos contorcidos de raiva. Algo está fora de controle. O desequilíbrio paira no ar e me corrói por dentro. Entro em casa, transformo-me de volta e vou direto ao guarda-roupa para me vestir. Assim que Kiran entra, a pergunta explode da minha boca: — O que está acontecendo? — Luan se foi. — A resposta vem com uma voz sombria e pesada. — Como ass

