Krysta comeu as unhas de porcelana. Não as roeu, não. Puxou cada uma com a ponta dos dentes frontais, descolando-as da unha natural, mastigou-as um tempo como se mascasse chiclete e depois as engoliu. Fez o mesmo com o toco de unha colada no dedo até sangrá-lo na ponta. Chupou o sangue, o gosto era bom. O primeiro dia de treinamento na Bad Code lhe rendeu uma ferida nos dedos. Nervosa e deslocada, cogitou revisar suas decisões, pois era certo que Till Rosenrot, seu chefe, tinha um parafuso a menos na caixa craniana de grafeno ou algo parecido. Podia até ser que aquele organismo cibernético fosse doido, aloprado, gozador, piadista, sádico ou débil mental. Ainda estava surpresa e um tanto confusa por ter passado na seleção e, mais do que isso, seguir com mais duas candidatas, já que as outr

