Vitória: —Amor?—Chamo Levi que dorme com o rosto no meio dos meus s***s. Ultimamente ele tem dormido assim, e com os braços possessivos ao meu redor. E eu não estou reclamando, eu gosto e muito. Não evito em sorrir, vendo o homem de quase 1,90 ressonar baixinho igual um neném. Abaixo um pouco minha cabeça e beijo sua testa. Queria poder ficar mais tempo assim com ele, mas a campainha começa a tocar freneticamente e eu tenho que levantar pra atender, já que Nina tirou o dia de folga. Com muito custo, consigo me livrar dos seus braços fortes. Ele resmunga algumas coisas desconexas e se vira para o outro lado, abraçando meu travesseiro e sentindo meu cheiro. Calço meus chinelos e levanto da cama. Desço as escadas irritada pra uma m***a. O ser humano do outro lado da porta não para de es

