TERROR NARRANDO Desci daquele camarote só com ódio. A Bia parece que não acata as ordens; falei para ela não trabalhar no baile, mas parece que ela gosta de me contrariar. — Tá achando que tá falando com quem, seu filho da p**a? — já pergunto e meto o murro nesse noiado do c*****o. — Deve tá comendo a p**a pra tá todo nervosinho, né? — ele fala cambaleando e eu vou pra cima dele, meto murros e chutes nesse miserável até ver que ele desmaiou. — Eu quero ele torturado e morto, e que isso fique de lição pra todos: quem mexer com a Bia ou com qualquer uma do meu bonde vai direto pro escritório do capeta — falo e olho pra ele com ódio. — E tu vai subir praquele camarote agora! — falo, e ela só arqueia a sobrancelha. — Eu dava conta de me defender sozinha, Enzo. Estou no meu plantão, não v

