Vítor Seis meses depois Enquanto esperávamos por ela, Bernardo tentava me acalmar com algumas palavras de conforto. ― Relaxa, mano. Ela vai descer em breve. Você precisa confiar, ela não vai nos deixar esperando por muito mais tempo. ― Bernardo colocou uma mão em meu ombro, tentando me transmitir tranquilidade. Eu respirei fundo, tentando seguir o conselho do meu irmão, mas a ansiedade ainda me consumia. ― Eu sei, Bernardo. É só que… Eu m*l posso esperar para vê-la. Ela está tão linda hoje. ― Confessei, olhando nervosamente para as escadas mais uma vez. Bernardo sorriu, entendendo completamente meu estado de espírito. ― Ela está mesmo. Mas olha, não adianta ficar aí parado roendo as unhas. Por que você não vai lá em cima e dá uma olhada? Pode ser que ela precise de alguma coisa ou e
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