Alessa
O meu santo.. c*****o o meu coração está descompassado que merda e essa que está acontecendo comigo? Calma respira Lessa você consegue.... Você consegue.
Deixe me explicar o motivo do meu nervosismo, deu certo... Ou devo dizer que deu errado, o site combinou as minhas características com alguém ao meu Deus o que eu faço agora?
Vamos lá Lessa não pode dar pra trás você quis isso e ninguém te obrigou a nada.
Eu bem só preciso confirmar o encontro em um local público, saber se o cara em questão não é nenhum louco ou algo do tipo, a função de ser louca já é minha.
...
Aqui estou eu em um café do Bronx com o livro do Dumas nas mãos, essa foi uma condição que eu seria reconhecida, as únicas informações desse cara é que ele estria de preto. Grande coisa as pessoas se vestem mais de preto, por isso a cada pessoa que entra de preto o meu nervosismo se altera. Bolinhos de caramelo são a minha perdição e quando eu estou nervosa eu como, como muito!
Não é vergonhoso pra mim enfiar três bolinhos inteiros na boca, só isso pra conter o meu nervosismo, aí droga acho que eu já fiquei aqui tempo de mais esse cara não vai aparecer e isso é um bom sinal talvez.
Me levanto pra sair do local, com a minha falta de atenção acabo esbarrando em alguém, que não me ajuda a pegar as minhas coisas que caíram no chão, péssima educação.
—Educação mandou lembrança —falo em voz alta sem querer
—O que disse? —oh merda, que voz é essa, e tipo aquelas vozes que condenam a gente ao fogo do inferno!
—Eu... —fico paralisada ao ver o seu olhar em mim, os seus olhos azuis genuíno e sua boca, típica de um cantor de rock, as roupas também combinam com a sua personalidade.. O que eu estou pensando? Já estou definindo a personalidade de estranhos, ele me avalia e os seus olhos se detém na minha boca. E no mesmo segundo seus olhos estão sobre o livro... É muita sorte e azar para uma pessoa!
—Você é a pessoa que eu vim e encontrar! —ta aí não há mais dúvida —estava indo embora —ele afirma
—Eu.. Bem você demorou —eu também afirmo
—Isso pode ser interessante
—O que? —pergunto me virando pra fitar os seus olhos mais uma vez
—Vamos sentar, terei que pedir outra mesa —ele ignora totalmente a minha pergunta, eu tinha me esquecido que ele não tem educação, por outro lado é a personificação dá beleza, já até posso imaginar um filho meu com aqueles olhos, que coisa mais linda não seria. —o que está esperando? —pergunta me empurrando gentilmente em direção às mesas, ele não deve nem ter o ensino médio completo, aonde eu fui me meter?
—Então —começo depois do clima estranho que se instalou na mesa, ele não fala só fica analisando os meus movimentos o que me faz ter medo dele —olha isso tudo é uma loucura não é?
—Eu topo!
—Eu sei assim eu também não tinha ID..... O QUE? —ele me olha com uma cara engraçada agora
—Eu disse que eu topo, com uma condição é claro —lá vem merda eu é que não vou doar meu rim, ou aluna loucura do tipo
—Olha eu não vou doar o meu rim —ele sorri..... Ele sorri p**a que me pariu.. Ops vai que a minha mãe me escuta falando isso, o sorriso dele é algo indecente, uma coisa que beira ao pecado, o sorriso dele deveria ser proibido
—Eu não quero o seu rim —ele fala com cara de nojo, o que há com o meu rim afinal? —Eu topo fazer parte dessa loucura mas
—Mas —eu praticamente grito, depois desse mas tenho medo
—Eu quero fazer esse filho do modo convencional!
Desmaio...