Grandes encontros e verdades ditas II

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Que eu não a matei. No entanto não era isso que me importava no momento, só o simples fato que ela estava aqui por um único motivo: Me matar assim como sempre desejou. Ela logo soltou sua mão do meu queixo, seu simples gesto me apavorou. Encolhi novamente tentando dar um passo para trás. - Não me mate! - Eu não queria ser morta por ela. Por mais que depois de tentado mata-la e eu merecesse, não queria ser morta por suas próprias mãos. Para minha total surpresa. O que veio a seguir jamais imaginei realizar, só nos meus sonhos que há muitos séculos estavam mortos e enterrados nas mais profundas memórias. Karla me puxou de encontro a ela, me envolvendo em volta dos seus braços. Claro que minha primeira reação foi achar que ela queria me atacar então me debati contra ela varias vezes até se

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