Ester narrando Quando sugeri a brincadeira do “Quem Nunca”, já imaginei que a noite ia pegar fogo — mas no melhor sentido, claro. A gente já tava toda produzida, animada, com as taças de vinho nas mãos e a mesa pronta para as porções. O clima tava delicioso, cheio de risadas e aquela expectativa boa que só a gente entende. Expliquei as regras rapidinho, e logo a brincadeira começou. Quem já tivesse feito algo que a gente falasse tinha que tomar um gole — e, gente, isso foi abrindo todo mundo! Risadas, revelações, umas histórias que só de lembrar já dava vontade de rir alto. Os meninos, claro, entraram na pilha com força. Vini, com aquele jeito de noivo gente boa, sempre tranquilo, soltava umas risadas gostosas quando precisava confessar alguma loucura que fez. Leo, do jeito dele, sempre

