Capítulo 11

539 Words
Capítulo 11: "Eu não quero" Diogo Fernandes Ele pediu ela em namoro, ele pediu ela em namoro, ele pediu ela em namoro! p**a que pariu Matt, por essa eu não esperava. Entro no meu quarto ainda puxando a Tamires, fecho a porta trancando a mesma quando me viro vejo ela batendo o pé. - O que quer agora? - O que eu quero? - falo nervoso. - Você não vai namorar o Matt! - E quem é você para dizer o que eu devo ou não fazer? - diz tão irritada quanto eu. - A d***a do seu irmão mais velho! - grito vendo-à se encolher. - Mas eu queria ser outra coisa. - Que coisa? - ela diz erguendo uma sobrancelha com um sorriso de lado. - Seu namorado... eu queria poder te beijar na frente de todos, segurar a sua mão, dizer que te amo! - falo rápido me atrapalhando com as palavras. - Mostrar a todos o que eu sinto. - Eu também queria cada uma dessas coisas, mas você sabe que não podemos e que isso é... impossível. - diz triste - Eu sei. - digo e seguro sua mão. - Não aceite, por favor. - Eu não sei se... - antes que ela terminasse o que ia dizer a puxo para mim e início um beijo, ela demora um pouco mas logo retribue. Beijo sua boca com se fosse a última vez, sentir o sabor dos seus lábios é maravilhoso, tão carnudos e vermelhinhos que até parecem uma miragem. O beijo até então estava lento, mas acho que esse não era o plano da Tamires, pois a mesma me empurra na parede e pula em meus braços entrelaçando suas pernas ao redor da minha cintura, ela solta um gemido assim que me sente em baixo dela, por essa ela não esperava. - Como você fica assim tão rápido? - pergunta ofegante se referindo ao meu p*u. - Não tenho culpa alguma se você me deixa louco maninha. - ela sorri e eu volto a beija-lá mas dessa vez de forma mais feroz e um pouco menos necessitada, chega a ser palpável a tensão s****l entre nós dois. Vou andando até a cama e a deito na mesma, me afasto do beijo e tiro minha camisa percebo seus olhos em mim e apenas sorrio para ela, em seguida começo a tirar sua blusa mas ela me para assustada. - Não! - diz me empurrando. - O que houve? - pergunto ainda confuso. - Eu não quero. - Como assim? - digo saindo de cima dela e a mesma se senta na cama. - Eu fiz algo errado? - Eu não estou pronta ainda. - fala mexendo em seus dedos com a cabeça baixa. - Ei. - me aproximo dela a abraçando. - Tá tudo certo. - Você não está bravo? - pergunta me encarando com os olhos cheios de lágrimas. - Lógico que não gatinha, se isso chegar acontecer, saiba que será no seu tempo. - Promete? - diz me oferecendo seu mindinho. - Prometo. - e mais uma vez selamos nosso pacto, ela volta sorri e me beija novamente. - Te amo. - Isso é bom. - fala sorrindo e me da selinhos. [...]
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