Capítulo 11:
"Eu não quero"
Diogo Fernandes
Ele pediu ela em namoro, ele pediu ela em namoro, ele pediu ela em namoro! p**a que pariu Matt, por essa eu não esperava.
Entro no meu quarto ainda puxando a Tamires, fecho a porta trancando a mesma quando me viro vejo ela batendo o pé.
- O que quer agora?
- O que eu quero? - falo nervoso. - Você não vai namorar o Matt!
- E quem é você para dizer o que eu devo ou não fazer? - diz tão irritada quanto eu.
- A d***a do seu irmão mais velho! - grito vendo-à se encolher. - Mas eu queria ser outra coisa.
- Que coisa? - ela diz erguendo uma sobrancelha com um sorriso de lado.
- Seu namorado... eu queria poder te beijar na frente de todos, segurar a sua mão, dizer que te amo! - falo rápido me atrapalhando com as palavras. - Mostrar a todos o que eu sinto.
- Eu também queria cada uma dessas coisas, mas você sabe que não podemos e que isso é... impossível. - diz triste
- Eu sei. - digo e seguro sua mão. - Não aceite, por favor.
- Eu não sei se... - antes que ela terminasse o que ia dizer a puxo para mim e início um beijo, ela demora um pouco mas logo retribue.
Beijo sua boca com se fosse a última vez, sentir o sabor dos seus lábios é maravilhoso, tão carnudos e vermelhinhos que até parecem uma miragem. O beijo até então estava lento, mas acho que esse não era o plano da Tamires, pois a mesma me empurra na parede e pula em meus braços entrelaçando suas pernas ao redor da minha cintura, ela solta um gemido assim que me sente em baixo dela, por essa ela não esperava.
- Como você fica assim tão rápido? - pergunta ofegante se referindo ao meu p*u.
- Não tenho culpa alguma se você me deixa louco maninha. - ela sorri e eu volto a beija-lá mas dessa vez de forma mais feroz e um pouco menos necessitada, chega a ser palpável a tensão s****l entre nós dois. Vou andando até a cama e a deito na mesma, me afasto do beijo e tiro minha camisa percebo seus olhos em mim e apenas sorrio para ela, em seguida começo a tirar sua blusa mas ela me para assustada.
- Não! - diz me empurrando.
- O que houve? - pergunto ainda confuso.
- Eu não quero.
- Como assim? - digo saindo de cima dela e a mesma se senta na cama. - Eu fiz algo errado?
- Eu não estou pronta ainda. - fala mexendo em seus dedos com a cabeça baixa.
- Ei. - me aproximo dela a abraçando. - Tá tudo certo.
- Você não está bravo? - pergunta me encarando com os olhos cheios de lágrimas.
- Lógico que não gatinha, se isso chegar acontecer, saiba que será no seu tempo.
- Promete? - diz me oferecendo seu mindinho.
- Prometo. - e mais uma vez selamos nosso pacto, ela volta sorri e me beija novamente. - Te amo.
- Isso é bom. - fala sorrindo e me da selinhos.
[...]